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Leo Canhoto e Robertinho Sertanejo Stars

Goi√Ęnia, GO

L√©o Canhoto e Robertinho √© uma dupla de cantores da M√ļsica sertaneja brasileira formada em 1969 na cidade de Goi√Ęnia formada por Leonildo Sachi (Anhumas, 27 de abril de 1936) e Jos√© Sim√£o Alves (√Āgua Limpa, 9 de fevereiro de 1949).

O √ļltimo julgamento¬†√© seu grande sucesso. Numa √©poca em que as duplas sertanejas eram muito tradicionais, os m√ļsicos j√° usavam cabelos longos, roupas extravagantes e j√≥ias. Foram eles, tamb√©m, os pioneiros na utiliza√ß√£o de instrumentos eletr√īnicos, revolucionando a¬†m√ļsica sertaneja. F√£ de¬†Elvis Presley, a dupla trouxe um novo jeito de cantar.[1]¬†Trechos de suas can√ß√Ķes foram largamente usados por DJs cariocas em montagens de¬†funk, durante a d√©cada de 90.

Eles participaram de v√°rios programas de¬†televis√£o¬†e se tornaram a primeira dupla caipira a ganhar um disco de ouro pela vendagem de seu primeiro¬†LP, isso aconteceu devido ao sucesso da can√ß√£o “Apartamento 37”, lan√ßada em 1969. Em¬†1977¬†protagonizaram o¬†filme¬†Chumbo Quente, escrito por L√©o Canhoto.

Com 28 discos gravados, a dupla está preparando um novo trabalho. Embora atualmente Léo Canhoto, paulista, resida em São Paulo, enquanto Robertinho, goiano, prefira os ares mineiros de Sete Lagoas, a dupla mantém um escritório na capital paulista para cuidar dos interesses da carreira, fechando contratos para espetáculos em todo o país. Em 2009 comemoraram 40 anos de carreira com o primeiro DVD deles.

“Se Tonico e Tinoco se fizeram notar pela fidelidade total √†s mais puras ra√≠zes da M√ļsica Sertaneja, L√©o Canhoto e Robertinho marcaram presen√ßa exatamente pelo motivo oposto, assimilando influ√™ncias musicais e instrumentais do ‘pop-rock’, inclusive promovendo-se como¬†‘os hippies do mundo sertanejo’¬†(como diz a capa de um dos quinze LPs – sem contar as colet√Ęneas – que eles gravaram na RCA de 1969 a 1983). Mas, apesar de n√£o hesitarem em usar instrumentos e t√©cnicas de arranjo t√≠picas do ‘rock’, (como bem se nota em faixas como¬†‘O Presidente e o Lavrador’) L√©o Canhoto e Robertinho nunca se afastaram muito de suas Ra√≠zes Sertanejas, como provam sucessos da dupla como o cateret√™¬†‘Vou Tom√° Um Ping√£o’, a guar√Ęnia¬†‘A Gaivota’¬†e o corrido¬†‘Apartamento 37’.”

O coment√°rio acima √© de Ayrton Mugnaini Jr. e consta no encarte do CD da S√©rie “Luar do Sert√£o”, lan√ßado pela BMG, e tamb√©m na p√°gina 128 do livro “Enciclop√©dia das M√ļsicas Sertanejas” (escrito tamb√©m por Ayrton Mugnaini Jr.) – Editora Letras & Letras – 2001.

L√©o Canhoto e Robertinho gravaram 15 LPs na RCA, os quais foram produzidos pelo ex-rockeiro Tony Campelo, que tamb√©m produziu uma infinidade de discos de S√©rgio Reis. Foi por sinal na mesma gravadora que surgiu o repert√≥rio inovador com m√ļsicas que tinham at√© mesmo clich√™s inspirados por filmes de¬†“bang-bang italiano”, aqueles¬†“faroestes de segunda categoria”¬†que estavam na moda na d√©cada de 1970, com direito inclusive aos t√£o caracter√≠sticos¬†“di√°logos”¬†entre mocinho e bandido e¬†“efeitos sonoros”¬†diversos como tiros de rev√≥lver! Como exemplo, podemos citar “Jack O Matador” (L√©o Canhoto – Nenete) e “O Homem Mau” (L√©o Canhoto). Uma verdadeira mistura de “R√°dio-Teatro” com Country Americano e Sertanejo Brasileiro…

A dupla tamb√©m foi pioneira na introdu√ß√£o das Guitarras El√©tricas na M√ļsica Sertaneja, como podemos notar, por exemplo em “Vou Tom√° Um Ping√£o” (L√©o Canhoto). L√©o Canhoto e Robertinho tamb√©m¬†“parodiaram”¬†Roberto Carlos, falando sobre¬†“carros e velocidade”¬†em “Meu Carango” (L√©o Canhoto).

L√©o Canhoto e Robertinho tamb√©m “pagaram o pre√ßo do pioneirismo”, j√° que nos seus shows em circos de cidades interioranas as instala√ß√Ķes el√©tricas muitas vezes eram prec√°rias e ocorriam panes com muita freq√ľ√™ncia, fazendo com que eles tivessem que esquecer a guitarra el√©trica e pegar o Viol√£o e a Viola e soltar a voz tal qual Tonico e Tinoco no in√≠cio da carreira “na beira da tuia”.

L√©o Canhoto e Robertinho foi tamb√©m a √ļnica dupla sertaneja que recebeu o “Bras√£o Da Rep√ļblica”, homenagem prestada pelo ent√£o Presidente Ernesto Geisel em 1976, pela beleza da m√ļsica “O Presidente e o Lavrador” (L√©o Canhoto).

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